Uma cidade para ser “smart” tem que ter mobilidade “smart”

A mobilidade é um fator essencial para que uma cidade funcione apropriadamente.

Por isso é que um dos aspetos mais importantes de uma smart city é a smart mobility.

Se Guimarães pretende ser uma smart city, mais do que adotar o nome precisa de “smart strategies” e “smart initiatives”.

A agenda das smart cities privilegia o desenvolvimento de soluções integradas no cruzamento da energia, tecnologias de informação e comunicação, e mobilidade, onde quer a indústria quer os Municípios têm vindo a apostar. Mas se há área onde Guimarães tem ainda muito para desenvolver é justamente a da Mobilidade.

Este introito vem a propósito da apresentação dos projetos apresentados por André Coelho Lima. Um primeiro dedicado à Cidade, visando estacionamento de proximidade e pedonalização de algumas artérias. O segundo, um verdadeiro projeto de Mobilidade, que abarca todo o território Vimaranense.

Não vou entrar em detalhes técnicos sobre este segundo projeto.

Mas como cidadão Vimaranense não tenho dúvidas em afirmar que dá sequência a algumas obras inacabadas, umas mais acertadas do que outras é certo, mas que mesmo assim carecem de continuidade. E com um objetivo estratégico – integrar e interligar o território concelhio.

Esta é, sem dúvida, uma aposta estratégica com futuro. Fundamentalmente porque serve todos os Vimaranenses, gerando uma melhoria significativa na sua qualidade de vida, mas paralelamente com um forte contributo impulsionador para a economia local.

Uma aposta que cumpre uma agenda urbana para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo. Inteligente através de uma plano de mobilidade pensado para todo o território, com soluções para os automóveis, transportes públicos e ciclovias. Sustentável porque tem em toda a sua base preocupações ambientais, através da preservação de espaços verdes, nomeadamente da Veiga de Creixomil. Inclusiva pois contribui para aproximar as freguesias da cidade, fomentando a coesão territorial.

Em boa hora André Coelho Lima apresenta a questão da Mobilidade como uma prioridade estratégica.

Não é a hora da cidade. Não é a hora das freguesias. É a hora do Concelho. De pensar o Concelho de forma integrada e harmoniosa. De pensar o território de forma holística. De pôr os Vimaranenses no centro das políticas públicas em Guimarães.

Se o caminho se faz caminhando, então que seja acompanhado de visão e planeamento estratégico.

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