A semana que passou #3

Esta série de artigos pretende passar em revista a semana anterior. Desta vez não me foi possível terminá-lo até sábado, pelo que se publica agora o artigo referente à semana de 14 a 20 de Janeiro.

Um fraco rei faz fraca a forte gente

Esta foi a semana em que Domingos Bragança saiu a público a renovar a sua disponibilidade para se recandidatar a Presidente de Câmara. No almoço de Reis do PS, a intervenção do atual Presidente de Câmara foi marcada pela ostentação de “troféus”, anunciando a “aquisição” de um autarca – possivelmete dois – para o Partido Socialista. Quanto a ideias para o futuro de Guimarães: zero.

Como foi depois “narrado” por vários socialistas nas redes sociais, tratou-se de uma demonstração que o PS continua a somar e a alargar a sua base de apoio. Um tandem à renovada Coligação Juntos por Guimarães, que conta agora também com o PPM. E a demonstração da necessidade que Bragança tem de se afirmar junto dos seus, não se coibindo de pôr na lama o nome de terceiros se isso servir os seus propósitos, como bem lembrou Cirilo.

Enquanto Bragança se entretinha com estas danças internas, Coelho Lima evidenciava o que o distancia do socialista, propondo mudanças na gestão da contratação pública, para evitar polémicas como as que nos últimos meses vieram a público.

 

A Universidade do Minho e Guimarães

scanner_20170124Na semana que passou celebraram-se os 42 anos da Escola de Engenharia da Universidade do Minho. Ocasião para celebrar, pela importância estratégica que uma das universidades mais prestigiadas do país tem para a região em que se insere, pela formação que dá, pelo conhecimento que cria e pelas oportunidades que gera. Uma importância que tem crescido, aliás, nos últimos anos.

A edição de outono da revista Montepio, na sua reportagem sobre a candidatura a Capital Verde Europeia, traz o excerto que reproduzimos ao lado, sinal da envolvência da Universidade com Guimarães.

Um dos projetos mais significativos, e ao qual tem sido dada pouca atenção para a sua real dimensão, é o do Instituto Universitário das Nações Unidas. O Miguel Araújo, aqui no blogue, recordou o processo, com o conhecimento de causa de quem o acompanhou, a partir do Governo.

Notas avulsas

Guimarães atravessa um inverno com um número anormal de incêndios, urbanos e florestais. No Mais Guimarães, António Rocha e Costa refletia sobre as “catástrofes” sazonais e as suas causas.

Está a decorrer mais uma série das “Conferências da Cidade”, desta vez sob o tema Europa. Na passada semana esteve em Guimarães Miguel Poiares Maduro. No próximo fim-de-semana será a vez de Francisco Assis. Uma excelente iniciativa da sociedade civil vimaranense, que não quer que Guimarães passe ao lado dos grandes debates da atualidade.

Aqui ao lado, em Braga, o antigo vereador Vítor Sousa, vice de Mesquita Machado, foi acusado de corrupção passiva e gestão danosa. Em causa estão contratos com os TUB. Começa a desfazer-se o novelo.

Entretanto, já nesta semana, celebramos o 5.º aniversário do início oficial da Capital Europeia da Cultura. Um tema que tem levado a diversas análises e leituras importantes deste evento. A acompanhar na próxima “Semana que passou”.

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